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A água e suas inúmeras possibilidades de interação com o usuário norteiam a proposta conceitual dos arquitetos para o ambiente e permitem aos visitantes terem diferentes experimentações – olhar, molhar-se, ouvir. É, acima de tudo, um espaço de encontro, estar e contemplação.
Uma galeria “abre” o Largo das Águas e convida o visitante a percorrer a exposição Aqua dos fotógrafos Gabriel Lordello e Tadeu Bianconi até,ao final, “caminhar” sobre a água e envolver-sepelos seus sons. Também os espaços externos que circundam a piscina e o espelho d’água permitem a aproximação do público, livremente.
As soluções técnicas adotadas fundamentam-se em estratégias de conforto ambiental, eficiência e sustentabilidade que os arquitetos defendem e aplicam em seus trabalhos. Dentre elas, destaca-se o sistema utilizado para abrigar a galeria, a varanda e o palco, feito em módulos do tipo containers, que podem ser reutilizados e cujas vedações possuem bom desempenho térmico. Paralelamente, o telhado verde instalado nas superfícies mais expostas à radiação solar contribui para minimizar o calor nos interiores, além de ser irrigado por meio de um sistema eficiente que minimiza o desperdício de água: o gotejamento por mangueira porosa.
A equipe optou, ainda, por utilizar materiais locais, como o granito e a madeira de reflorestamento. O primeiro, por ser extremamente durável e demandar pouca manutenção; a madeira, por sua capacidade de rápida renovação. Por se tratar de uma mostra temporária, toda a madeira utilizada no ambiente foi instalada por meio de encaixes ou em módulos desmontáveis e, onde a questão de segurança permitiu, os granitos e mármores foram somente posicionados para possibilitar a reutilização posterior ao evento.
Todos os ambientes possuem ventilação natural e a iluminação é completamente feita em LEDs, atendendo requisitos do Procel Edifica, com índices de eficiência superiores a 80lm/W.
Além da exposição fotográfica, a arte também marca presença especial no Largo das Águas através do painel da fachada Norte da galeria, do ilustrador Gustavo Rodrigues, e da escultura do artista José Carlos Vilar.
O tema Brasilidade está no painel desenvolvido por Gustavo Rodrigues, que em seu trabalho explora as diversas facetas do que é ser brasileiro, mas também no uso de elementos típicos como a varanda e as redes que compõem o espaço.
O diferencial que certamente vai provocar sensações diversas nos visitantes é o piso de vidro da galeria sobre a piscina, que permite a experiência de caminhar sobre a água, explorando a transparência e segurança do material.
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LARGO DAS ÁGUAS

Edição CASA COR ESPÍRITO SANTO 2015
Ambiente Ana Dieuzeide, André Victor De M. Alves e Laila Santos
Foto Felipe Araújo
Os profissionais Ana Dieuzeide, André Victor de M. Alves e Laila Santos assinam o ambiente Largo das Águas. O espaço, projetado para ser a praça central do evento, com 370m², reúne piscina, varanda, deck, espelho d’água, galeria, palco e jardins. A água e suas inúmeras possibilidades de interação com o usuário norteiam a proposta conceitual dos arquitetos para o ambiente e permitem aos visitantes terem diferentes experimentações – olhar, molhar-se, ouvir. É, acima de tudo, um espaço de encontro, estar e contemplação. Uma galeria “abre” o Largo das Águas e convida o visitante a percorrer a exposição Aqua dos fotógrafos Gabriel Lordello e Tadeu Bianconi até,ao final, “caminhar” sobre a água e envolver-sepelos seus sons. Também os espaços externos que circundam a piscina e o espelho d’água permitem a aproximação do público, livremente. As soluções técnicas adotadas fundamentam-se em estratégias de conforto ambiental, eficiência e sustentabilidade que os arquitetos defendem e aplicam em seus trabalhos. Dentre elas, destaca-se o sistema utilizado para abrigar a galeria, a varanda e o palco, feito em módulos do tipo containers, que podem ser reutilizados e cujas vedações possuem bom desempenho térmico. Paralelamente, o telhado verde instalado nas superfícies mais expostas à radiação solar contribui para minimizar o calor nos interiores, além de ser irrigado por meio de um sistema eficiente que minimiza o desperdício de água: o gotejamento por mangueira porosa. A equipe optou, ainda, por utilizar materiais locais, como o granito e a madeira de reflorestamento. O primeiro, por ser extremamente durável e demandar pouca manutenção; a madeira, por sua capacidade de rápida renovação. Por se tratar de uma mostra temporária, toda a madeira utilizada no ambiente foi instalada por meio de encaixes ou em módulos desmontáveis e, onde a questão de segurança permitiu, os granitos e mármores foram somente posicionados para possibilitar a reutilização posterior ao evento. Todos os ambientes possuem ventilação natural e a iluminação é completamente feita em LEDs, atendendo requisitos do Procel Edifica, com índices de eficiência superiores a 80lm/W. Além da exposição fotográfica, a arte também marca presença especial no Largo das Águas através do painel da fachada Norte da galeria, do ilustrador Gustavo Rodrigues, e da escultura do artista José Carlos Vilar. O tema Brasilidade está no painel desenvolvido por Gustavo Rodrigues, que em seu trabalho explora as diversas facetas do que é ser brasileiro, mas também no uso de elementos típicos como a varanda e as redes que compõem o espaço. O diferencial que certamente vai provocar sensações diversas nos visitantes é o piso de vidro da galeria sobre a piscina, que permite a experiência de caminhar sobre a água, explorando a transparência e segurança do material.

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LARGO DAS ÁGUAS Os profissionais Ana Dieuzeide, André Victor de M. Alves e Laila Santos assinam o ambiente Largo das Águas. O espaço, projetado para ser a praça central do evento, com 370m², reúne piscina, varanda, deck, espelho d’água, galeria, palco e jardins. A água e suas inúmeras possibilidades de interação com o usuário norteiam a proposta conceitual dos arquitetos para o ambiente e permitem aos visitantes terem diferentes experimentações – olhar, molhar-se, ouvir. É, acima de tudo, um espaço de encontro, estar e contemplação. Uma galeria “abre” o Largo das Águas e convida o visitante a percorrer a exposição Aqua dos fotógrafos Gabriel Lordello e Tadeu Bianconi até,ao final, “caminhar” sobre a água e envolver-sepelos seus sons. Também os espaços externos que circundam a piscina e o espelho d’água permitem a aproximação do público, livremente. As soluções técnicas adotadas fundamentam-se em estratégias de conforto ambiental, eficiência e sustentabilidade que os arquitetos defendem e aplicam em seus trabalhos. Dentre elas, destaca-se o sistema utilizado para abrigar a galeria, a varanda e o palco, feito em módulos do tipo containers, que podem ser reutilizados e cujas vedações possuem bom desempenho térmico. Paralelamente, o telhado verde instalado nas superfícies mais expostas à radiação solar contribui para minimizar o calor nos interiores, além de ser irrigado por meio de um sistema eficiente que minimiza o desperdício de água: o gotejamento por mangueira porosa. A equipe optou, ainda, por utilizar materiais locais, como o granito e a madeira de reflorestamento. O primeiro, por ser extremamente durável e demandar pouca manutenção; a madeira, por sua capacidade de rápida renovação. Por se tratar de uma mostra temporária, toda a madeira utilizada no ambiente foi instalada por meio de encaixes ou em módulos desmontáveis e, onde a questão de segurança permitiu, os granitos e mármores foram somente posicionados para possibilitar a reutilização posterior ao evento. Todos os ambientes possuem ventilação natural e a iluminação é completamente feita em LEDs, atendendo requisitos do Procel Edifica, com índices de eficiência superiores a 80lm/W. Além da exposição fotográfica, a arte também marca presença especial no Largo das Águas através do painel da fachada Norte da galeria, do ilustrador Gustavo Rodrigues, e da escultura do artista José Carlos Vilar. O tema Brasilidade está no painel desenvolvido por Gustavo Rodrigues, que em seu trabalho explora as diversas facetas do que é ser brasileiro, mas também no uso de elementos típicos como a varanda e as redes que compõem o espaço. O diferencial que certamente vai provocar sensações diversas nos visitantes é o piso de vidro da galeria sobre a piscina, que permite a experiência de caminhar sobre a água, explorando a transparência e segurança do material.

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