ESCORREGANDO EM VIAS PÚBLICAS

Incrível projeto transforma vias públicas em grandes parques de diversão.

Sexta, 01 de agosto de 2014
Já imaginou se a Avenida da Consolação, em São Paulo, o Eixo Monumental, em Brasília ou a Avenida Anhaguera, em Goiânia, fossem transformadas num gigante escorregador molhado? Isso é o que propõe o projeto Slide the City, criado em 2014 e com edições em mais de 30 estados norte-americanos.
O Slide the City é uma proposta que monta um escorregador molhado em vias públicas. Seu grande mote é a integração da diversão saudável com o espaço público, tornando a atividade lúdica numa forma bem original de interação com a cidade. Como a arquitetura é a mais pública de todas as artes, é fácil perceber o quanto esta ideia de se utilizar vias públicas para criar lazer é válida. As ruas são utilizadas diariamente pela população por conta do transporte. Interagir com elas de forma não convencional é proposta notável.
Na pista do Slide the City, é utilizado um material que propicia um deslizar contínuo, por conta do atrito mínimo. Suas dimensões são bem chamativas, e totalizam, em extensão, mais de 304 metros. Para se ter noção do tamanho, ultrapassam a marca de três campos de futebol juntos.



A entrada no evento é gratuita, mas é pago um valor para utilização da pista slip and slide. O preço varia de acordo com o número de vezes que o participante usa o escorregador. O diálogo com o espaço público, através de ações ligadas ao entretenimento, é uma alternativa moderna. Este tipo de evento torna possível uma troca cultural, gratuita, genuína e contínua entre os cidadãos, por mais que seja cobrada uma taxa para utilização do equipamento.



Nos dias de evento, a largada para as escorregadas é dada ao meio-dia e o grito final às 19h. A cor das pulseiras dos participantes indicam mais direitos a alguns, como por exemplo o prolongamento do horário de funcionamento da pista. Para os VIPs, as escorregadas são liberadas mais cedo e terminam mais tarde, de 11h às 0h.



Assista ao vídeo do projeto


E aqui no Brasil, onde temos grandes avenidas, um espaço público plural e com diversas possibilidades de interação, será que ninguém se habilita a trazer uma brincadeira dessas para cá?

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