ARTE DIRECIONADA

Utilizando mapas antigos, Matthew Cusick dá origem a impressionantes imagens.

Sexta, 19 de julho de 2013
Como já diz a máxima de Lavoisier: “nada se cria, tudo se transforma”. A partir desse preceito, a criatividade, elemento excessivamente almejado hoje, está voltada mais para o olhar e para a composição de ideias originais. Com base nisso, o artista nova-iorquino Matthew Cusick fez seu nome no mundo das artes ainda quando cursava a Cooper Union, em 1993.







Em um de seus mais recentes trabalhos, nomeado Map Works, Cusick resgatou mapas antigos de enciclopédias, livros didáticos e atlas e os reciclou de maneira inesperada: construindo obras de arte. Oceanos, paisagens, pessoas e animais ganham forma através da colagem de cores e desenhos cartográficos. O artista usa a interpretação dos cartógrafos para com o mundo para dar origem a sua própria interpretação do mesmo. Para os retoques finais das imagens, ele utiliza tinta acrílica ou pigmentos feitos por ele mesmo.







Com várias exposições na bagagem, Matthew Cusick expande os limites da pintura representacional, buscando uma abordagem mais completa da existência, que incorpora também os aspectos geográficos e históricos.

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